Guilherme, viajei algumas vezes com uma encrenca dessas. O Alfa D11.000, ou FNM, além da caixa totalmente "seca" tinha o problema da folga nos tirantes da alavanca para o trambulador, o que dificultava muito a troca de marchas. Vc tinha que conhecer bem as folgas. Depois de se acostumar, aí se dava ao luxo de "cruzar", a troca de marchas com a reduzida, cuja alavanca ficava no painel. Uma direção pesadíssima e freios sofríveis. Uma vaerdadeira aventura. rs Um abraço.
Esse FNM está carregado pela Transportadora Estrela do Norte, com destino à Fortaleza, conforme cartaz colado na lona. Nessa época era raro os caminhões com carroceria tipo BAÚ e as carrocerias cargas sêcas dominavam as estradas.
Guilherme, viajei algumas vezes com uma encrenca dessas. O Alfa D11.000, ou FNM, além da caixa totalmente "seca" tinha o problema da folga nos tirantes da alavanca para o trambulador, o que dificultava muito a troca de marchas. Vc tinha que conhecer bem as folgas. Depois de se acostumar, aí se dava ao luxo de "cruzar", a troca de marchas com a reduzida, cuja alavanca ficava no painel. Uma direção pesadíssima e freios sofríveis. Uma vaerdadeira aventura. rs
ResponderExcluirUm abraço.
Esse FNM está carregado pela Transportadora Estrela do Norte, com destino à Fortaleza, conforme cartaz colado na lona.
ResponderExcluirNessa época era raro os caminhões com carroceria tipo BAÚ e as carrocerias cargas sêcas dominavam as estradas.
Fco. Souza