quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Chevrolet Bel Air 1956 ...


"Ganhe este carro": rifa de um belo Chevrolet Bel Air V8 Coupé 1956 em algum lugar do passado...!

guilhermedicin@hotmail.com

5 comentários:

  1. Rifa para alguma coisa da Faculdade de Medicina da UMG (Universidade de Minas Gerais - atual UFMG).
    O local parece ser a Av. Pedro II em BH.
    O curioso é que fui dono de um carro "igualzinho" a este em 1981/82, só que já quase sucata, mas não tenho fotos dele.

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  2. Lindo carro este, mas, na época, a grande maioria dos compradores desses carros à partir de 56, queriam com motorização de 6 cilindros por ser mais econômico e cambio mecânico pois o automático era difícil e cara a sua manutenção.

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  3. Eric Elias Guimarães17 de outubro de 2017 10:44

    Era um ícone da época! Atento para o aspecto desse parachoque, no lado esquerdo traseiro, um tanto saltado para fora...
    Bem lembrado Duval, meu pai me conta dessas histórias de que o povo detestava cambio automático nos anos 50, porque não sabiam dar manutenção. Ele dirige desde 1948, as histórias dele sempre mencionam carros como Ford Roadster 1929, de seu primeiro passeio, Ford 1940 business coupe de um vizinho, Mercury 1949 e seu design baixo, Citroen Traccion Avant 1949 com cambio no painel, do pequeno Henry Jr. 1951 que pertencera a uma conhecida, Chevrolet Styleline 1951 Canadense novo, ao qual buscou junto a um amigo, Chevrolet Bel Air 1954, que fez exames de condução, Chevrolet Bel Air 1956, de um dentista amigo, Ford Thunderbird 1955 recem lançado, do Jipe Willys 1955 ao qual rodou como propagandista pelo interior de SP, das diferenças dos Chevrolet de 1957 e 1958 e suas orelhinhas no capó, alem de um Impala 1962 que possuiu depois de casado ao qual flutuava na estrada... isso sem mencionar na era dos nacionais... VW Fusca, VW TL, Chevrolet Opala Comodoro...

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  4. Caro Eric,
    Por conta das "estórias do cambio automático" das antigas, lembrei-me de um fato, o primeiro carro que meu pai comprou foi no ano de 1963, foi um Pontiac Catalina 50 coupé sem coluna, aliás, lindo azul com teto creme, com o cambio automático, como ele ainda não tinha "carta" pouco andou com ele, mas, um dia emprestou a um amigo, que na volta disse que o cambio estava com defeito, assustando meu não tão velho pai, resumo da "ópera":
    O "amigo da onça" (isto é muito velho), acabou por comprar o Pontiac de meu pai, ficou com ele por uns 5/6 anos e nunca "mexeu" no cambio do danado...Eita falta de conhecimento".

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  5. Eric Elias Guimarães13 de novembro de 2017 13:46

    Meu amigo Duval! Adoro suas falas! Sempre acrescentam e me lembram outras...
    Lembrei-me de uma anedota, na primeira metade dos anos 50 meu avô comprou um Ford 1932 V8 (Razão pelo qual ele comprou, pois na década de 30 ele possuiu um Ford baratinha 1929 anêmico de 4 cilindros), seis janelas de quatro portas. Minha mãe, criança ainda, acostumada aos carros de design pós-guerra, achou o carro quadrado e feio, tanto que em pouco tempo ele o vendeu a um amigo, que ficou com o carro por muitos anos. Pouco tempo depois ele juntou os 'trocos' e comprou um Packard Clipper 1948, o qual usou muito tempo. Esse meu avô, teve durante a guerra um Buick Roadmaster Series 80 Touring Sedan 1938, adquirido depois de ser recuperado de um fundo de lago e consertado, sendo usado naquele período como lotação por ele. Quando minha mãe nasceu em 1948 ele tinha um caminhão Studebaker novo recém adquirido, que a levou da maternidade ate em casa.

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