terça-feira, 14 de abril de 2009

Ford GT40 ...11


Conforme anunciado aqui nesse blog no dia oito de Abril (Ford GT40...10 ), hoje -dia 14- É DIA DO PEGA!!!!



Aqui está ilustrada e narrada pelo Sidney Cardoso, o "III Mil Quilômetros Da Guanabara"!

São ao todo 38 fotos desse dia.
São muitas fotos, sim.
Essa é a grande vantagem de um blog.
Um arquivo tão completo assim, jamais seria publicado em um livro, revista ou qualquer outra coisa.

Esse é mais um ótimo capítulo da história do Ford GT40, que tendo-o por baliza, acaba por contando também a história do automobilismo no Brasil, daqueles que fizeram a história e principalmente, do próprio piloto Sidney Cardoso.





Assim como todas as outras fotos dessa "série", essas são do arquivo pessoal do Sidney, que tem passado as últimas horas-vagas escaneando fotos e escrevendo suas experiências.



Por tudo isso, eu aqui só tenho a agradecer ao Sidney por compartilhar conosco essa passagem de sua vida e do automobilismo do nosso Brasil.






Para ver a narração sobre esse dia, clique em "comentários" que estarão lá.

























O ator Cláudio Marzo nas pistas? o Sidney explica.






























Alfa P33 -->





































































Pátio interno.








































































































Vapor de gasolina no GT40!!?













8 comentários:

  1. CAPÍTULO CORRIDA 1000 Km da GANABARA 1969

    Havia me esquecido no capítulo anterior de contar pra você uma coisa interessante que pela primeira vez apareceu nas pistas brasileiras, nessa corrida, e desejo prestar uma justa homenagem ao autor dessa idéia.

    O Sr. Domingues era proprietário de um posto de gasolina Esso em Jacarepaguá, o Posto Mato Alto. Nossa família abastecia os carros lá, com o tempo foi se estabelecendo uma amizade e ele passou a nos oferecer uma geral gratuita em nossos carros de corridas.

    O Domingues era entusiasta de corridas, ia sempre ao autódromo e acompanhava os programas de TV especializados, como o Grand Prix de Fernando Calmon, na TV Tupi e Carro é Notícia de André Queiroz e Denis Miranda na TV Rio.

    Eram programas do tipo Limite, de Flávio Gomes, na ESPN Brasil, além de ler todas colunas especializadas em vários jornais do Rio.

    Bem, antes dessa corrida ele havia visto os carros em Le Mans sendo abastecidos através de mangueiras grossas que ficavam em um plano alto, em vez de galões com funis como era feito aqui até então.

    Acostumado com mangueiras e seus mecanismos em seu posto, tanto as que abasteciam os carros, como aquelas mais grossas que vinham nos caminhões e enchiam as cisternas, pensou: sou capaz de fazer isso!

    Veio falar conosco sobre sua idéia, mostrando-nos a vantagem de se abastecer mais rapidamente o carro.

    Coitado... A turma começou a gozá-lo, dizendo que não funcionaria que ele estava sonhando, etc.

    Interessante, lembrei-me agora de um pensamento que abria meus cursos de Programação Neurolingüística que tem tudo a ver com essa situação.

    “TODA IDÉIA NOVA PASSA POR 3 ESTÁGIOS:
    Primeiro, é ridicularizada.
    Segundo, enfrenta uma violenta oposição.
    Finalmente, é aceita como evidente”.
    (Artur Schopenhauer)

    Veja se não foi assim com o início da cirurgia plástica, as cores fluorescentes dos guardas de trânsito, etc.

    Domingues estava tão entusiasmado com sua idéia, defendeu-a tão calorosamente, que venceu a resistência e a turma resolveu – verdade que bem descrente – que ele montasse a trapizonga, como foi chamada.

    Não é que deu tudo CERTO!!!

    Esse tipo de abastecimento não foi fator preponderante na vitória do Lorena, porém ajudou a diminuir o tempo de abastecimento dele.

    Bem, voltando aquele sábado, pra você sentir o clima eufórico que fomos pra essa corrida.

    Como mostrei acima José Carlos Pace havia feito o tempo de 1m 30s 9/10, segundo a revista Quatro Rodas e eu 1m 31s.

    Acontece que em nossa cronometragem José Carlos Pace havia feito um tempo melhor ainda 1m 30s 8/10 e o meu havia batido com a da revista.

    Ainda em nossa cronometragem Marivaldo havia feito 1m 34s 3/10 e Carlos Alberto Scorzelli 1m 32s 8/10 , em suma, levávamos uma vantagem na média.

    Mais ainda, nem tivemos tempo de esvaziar os tanques de combustível pra usá-lo mais leve naquelas três voltas do tempo de classificação.

    Portanto, mesmo largando em último estávamos convictos de que aquela corrida seria nossa, pois seria uma corrida longa, portanto aquela posição de largada não iria influenciar muito.

    Quanta ingenuidade, como se corridas tivessem lógica, bem disse Fangio:- Corridas são corridas, só se sabe o resultado na hora da bandeirada final.

    Mas a ingenuidade prevaleceu e estávamos muito empolgados. Foram trocadas as pastilhas de freios do Lorena, troca de óleo, enfim, aquelas coisas de rotina.

    Já no GT 40, devido ao fato de andar pouco, apenas foram trocados os pneus e verificado o nível do óleo.

    Enquanto os mecânicos e ajudantes iam otimistas fazendo esses procedimentos, nós ao lado, íamos nos recordando dos incidentes e felizes por tudo ter acabado bem.

    Dia da Corrida:
    Chegamos cedo e fomos encontrando a turma toda lá.

    Tenho sentido que a turma gosta dos papos de bastidores, então vou passar um fato interessante que aconteceu nesse dia.

    A turma da novela Véu de Noiva, começou a chegar, era a primeira novela com tema moderno, automobilismo, que a TV Globo estava levando ao ar às 20:00h, para reagir à audiência que a novela Beto Rockfeller, da TV Tupi, que foi a precursora em usar temas modernos saindo dos dramalhões havia conquistado.

    Como dublava Cláudio Marzo nas cenas de corridas, havia sido informado que eles iriam fazer alguns takes lá, aproveitando a grande quantidade de público nos boxes, embora não iriam fazer cenas de corridas, visto que essa corrida era de protótipos, ao contrário dos da novela que fingiam ser F1.

    Sempre nas vésperas de filmagens “Aninha”, responsável pelo elenco dessa novela, ligava pra nós passando horário, local e roupa. E fez assim no sábado, só que como você viu eu passei o dia todo fora de casa.

    Quando cheguei em casa à noite, me deram o recado pra ir de macacão de corrida azul.

    Acontece que por mera coincidência, mas já estava se tornando uma superstição pra mim, na maioria das vezes que corri com o macacão azul cheguei em segundo, já com o branco ou liderava e quebrava ou havia vencido.

    Como estava super-esperançoso em vencer, falei pra Olívia que me passou o recado: - Olha, ninguém de lá deve te perguntar nada, mas caso ocorra, diga que cheguei tarde, você estava dormindo e no dia seguinte com aquela confusão toda de servir lanche pra toda rapaziada acabou se esquecendo.

    Bem, quando Daniel Filho, diretor da novela, me viu de macacão branco, perguntou-me se não haviam me dado o recado, neguei na cara de pau, acrescentando que não haveria problema, visto que não daria pra fazer takes do carro andando com Cláudio Marzo, por ser protótipo. Ele entendeu e ficou tudo certo.

    Daí, se reparar bem verá uma expressão meio estranha nos semblantes de Cláudio Marzo, Júlio César e Oswaldo Loureiro em uma das fotos, depois ficou tudo bem.

    Bem, mas vamos a corrida em si, demos umas voltas de manhã no horário estipulado para o aquecimento e os dois carros estavam enxutinhos.

    Como explicado anteriormente larguei em último, há uma foto da volta de apresentação que mostra a quantidade de carros, observe que ela nem pega os primeiros, Marivaldo Fernandes, Emerson Fittipaldi e Marcelo de Paoli, nem os últimos, onde eu estava.

    Dada a largada, Marivaldo saiu na frente e eu como um louco atrás com o objetivo de me livrar do bolo e chegar nele o mais depressa possível.

    A turma do boxe me contou, depois que parei, e a revista Auto Esporte também registrou que já na primeira volta havia ultrapassado 13 carros.

    Como minha cabeça não é de computador, vou “colar” da Auto Esporte número 63, cedida pelo ótimo pesquisador Ricardo Cunha sobre as posições e depois descrevo como foi que senti isso dentro do carro.

    Prossegue a Auto Esporte: na segunda volta o GT 40 passa mais cinco se aproximando do bolo da frente.

    Na sexta volta a ordem era: Marivaldo, Emerson, Sidney e Marcelo de Paoli.

    A partir da décima volta até a vigésima segunda teve a Alfa P33 na liderança, seguida do GT 40, da Lola T 70, do AC 141, seguida do Lorena.

    Emerson teve problemas com o motor foi para o box, a parada foi demorada e depois de voltar acabou se retirando devido o problema no motor.

    Na vigésima segunda volta é o GT 40 que entra no box com problema de temperatura de óleo e de água, colocam água fria no radiador e o motor bate biela não voltando mais.

    Bem, deixa eu passar pra você como foram esses momentos dentro do carro.

    Dada a largada saio em perseguição a Alfa e, inesperadamente, começa a sair forte vapor de gasolina de ambos suspiros dos dois tanques, entrando pelas entradas de ar laterais dentro da cabine encharcando minha máscara com gasolina verde de aviação de 130 octanas.

    Pensei: Que isso? Isso nunca aconteceu!

    Não tinha a mínima idéia, decidi agir como se nada tivesse acontecido, nem podia ficar especulando, visto que havia muito tráfego, tinha que ficar atento pra não raspar nas ultrapassagens e segui em minha meta de chegar logo na dianteira.

    Lembro-me que nas primeiras voltas não via bulhufas das sinalizações de tempo e colocação mostradas pelo boxe, visto que vinha costurando, passando várias vezes no meio de dois carros.

    Quando o tráfego começou a melhorar, percebi que os jatos de gasolina do tanque direito haviam cessado. Aí me liguei: Quem sabe encheram os dois tanques além da conta? ( O GT 40 possui dois tanques, o da direita, 50 litros, pra compensar o peso do piloto e o da esquerda 90 litros).

    Pensei em mudar a chave comutadora de tanques para esvaziar um pouco o da esquerda, sendo que assim que parassem os jatos voltaria com ela para o da direita.

    Porém bateu a maior dúvida, visto que até então, devido ter participado de uma corrida curta, não sabíamos ainda quantos litros o motor consumia por volta.

    Antes de começar a corrida nos lembramos disso e havia combinado com o Roberto o seguinte: olha, vou usar primeiro o tanque da direita, quando ele acabar, acendo o farol pra vocês e aí é só fazer uma regra de três simples, se com 50 litros percorreu tantas voltas com 90 percorrerá X, daí você me dá o sinal na hora de abastecer.

    Interessante esse aspecto incrível do GT 40, quando um tanque está prestes a acabar um dos instrumentos do painel mostra, e, antes que comece a falhar, basta virar a chave comutadora do tanque e ele faz tudo normal sem uma falha no motor.

    Naquela época o regulamento impedia que se um carro parasse na pista que fosse empurrado por outras pessoas, somente seu piloto.

    Com essa preocupação na cabeça, resolvi não arriscar de trocar de tanque podendo induzir Roberto ao erro. (foi uma burrice que não me perdôo).

    Ainda no início quando o tráfego melhorou um pouquinho, mas ainda não dava pra distinguir os sinais do boxe, em determinado momento, passando aquelas placas todas de várias equipes que eram levantadas, logo após passar pelo boxe, consegui dar uma olhada pra esquerda e vi a Alfa P33 saindo do S.

    Na volta seguinte vi que ela estava chegando ao S, com isso, quando podia, passei a ter uma referência própria.

    Lembro-me que a cada volta percebia que estava me aproximando rapidamente, pois nas voltas seguintes já não a via mais, deduzindo que deveria estar na primeira do miolo.

    Aquilo foi me entusiasmando mais a tentar esquecer a máscara encharcada da gasolina que continuava vindo forte do tanque esquerdo.

    Estiquei o braço na tentativa de virar a tomada de ar da esquerda pra outra direção, porém estava distante, o braço não a alcançava e os jatos continuavam.

    Abaixei a máscara, aí comecei a receber pedregulhos no rosto, visto que a tomada de ar desse carro é maravilhosa a quantidade de ar que entra é incrível. Coloquei de novo a máscara.

    Lembro-me que na última volta antes de decidir parar, via os bandeirinhas totalmente distorcidos.

    Sentindo que aquilo não iria acabar bem, resolvi ligar a lanterna na frente do box pra avisá-los de que algo ia errado, pra se prepararem que entraria no box na volta seguinte. (interessante, Roberto depois me contou que ficou assustado, pensou: não é possível, já acabou o tanque da direita!).

    Bem, decidi entrar no boxe, narrar a eles o que estava acontecendo, virar a chave para o tanque da esquerda e quando acabassem os jatos de gasolina voltaria a usar o da direita, sendo que Roberto estando avisado me daria sinal pra parar para o abastecimento um pouco antes da hora, a fim de evitar a parada longe do box.

    O fotógrafo Waldir Braga, “Estrela”, mais uma vez confirmando seu apelido de ter a boa estrela de estar nos lugares certos, flagrou esse exato momento em que estou com as lanternas acesas entrando no boxes. (Agradeço aqui o belo trabalho de Paulo Sallorenzo, www.sallorenzo.com.br que restaurou esse slide, você não imagina como ele estava cheio de fungos, valeu Paulo!).

    Aproveito pra agradecer a Guilherme Hingel que me cedeu algumas fotos de seu pai Sérgio Hingel, onde mantive a marca d’água pra identificá-las. Todas as outras fotos são do Waldir Braga.

    Cheguei ao boxe, a turma surpresa sem entender nada, aí quando abriram a porta o mistério foi revelado, pois antes que falasse alguma coisa, sentiram o forte cheiro de gasolina, viram minha máscara encharcada e eu tontinho.

    Falei rapidamente pra eles, (quem dera naquela época tivéssemos comunicação de rádio com o box, nada disso teria acontecido), pegaram uma borracha, Joaquim chupou com a boca pra dentro de um balde, esvaziando o excesso e acharam melhor Scorzelli seguir, visto que eu estava bem grogue.

    Lavaram meu rosto com água, bebi bastante água também e fui pra cerca do boxe junto à pista.
    Aí vejo Scorzelli querendo sair, mas devido estar passando vários carros naquela hora, o comissário de saída de box estava sinalizando pra ele com a bandeira de espera até aparecer a chance.

    Scorzelli aflito com a situação, louco pra nossa dupla voltar a disputar a liderança, estava acelerando acima do normal, ouvi que estava passando dos giros, (Como disse aqui antes, esse carro tinha um escapamento silencioso, a cabine era bem vedada e com o capacete então, o ronco vinha bem baixo), gritei para o Joaquim: - Vai lá e avisa a ele pra olhar para o conta giros!

    Quando Joaquim chegou ao lado de sua janela o comissário deu bandeira verde. Ufa! Pensamos, agora ele vai olhar o conta giros e estará tudo certo, visto que passar de giros parado não força tanto quanto em movimento.

    Nisso, na segunda volta, Milton S. Paio, jornalista especializado em automobilismo do jornal Gazeta de Notícias, veio correndo até nosso box avisando-nos que estava perto do final da reta, defronte a curva do S, quando ouviu pelo barulho do motor, Scorzelli, naquela tentativa frenética de recuperar o tempo perdido, ter se enganado e engrenado a terceira marcha no lugar da quinta, e isso em progressão.

    E vimos ele vir se arrastando com o carro para o box.

    Chegou e, claramente chateado com a situação, disse-nos que o carro estava fervendo. O capô foi levantado e a água saía em golfadas do radiador.

    Nisso, Joaquim já ia colocar água fria, mas foi logo aconselhado pelo mecânico Antônio e Chico Landi, que passou boa parte da corrida em nosso box, a não fazê-lo.

    A turma que fica na parte interna dos boxes foi toda pra lá a fim de ver o que acontecera, vendo o carro chegar fervendo deduziu que havia fervido e que havíamos colocado água fria, fundindo o motor, rachando o bloco e esse boato se espalhou.

    Ah, sobre isso, procurando mais informações para escrever sobre essa corrida, acabei de achar um pedaço de uma longa entrevista com meu pai num jornal em que ele esclarece esse fato. Vou escanear essa pequena parte e enviar em anexo pra você Guilherme e se puder, por favor, coloque aí.

    Depois, mais calmo, Scorzelli nos contou do acontecido e nós dois passamos a auxiliar o Lorena nas suas paradas no box.

    Embora a proposta foi a de escrever sobre as corridas do GT 40, aconteceram coisas interessantes nesses 1000 km da Guanabara de 1969, que combinei com o Guilherme que no capítulo seguinte darei prosseguimento a essa narrativa, contando sobre a corrida do Lorena, acompanhada de fotos bem bacanas.

    Mais tarde, ou seja, no capítulo após esse do Lorena, irei narrar sobre a novela que se tornou o balanceamento desse motor que levou um ano nos impedindo de participar de corridas com ele em 1970.

    O problema só foi resolvido quando meu pai enviou Scorzelli pra Inglaterra, bem, mais isso é pra depois. Até lá!

    Ah, ia me esquecendo de falar, o problema da gasolina espirrar foi o seguinte: Joaquim nos contou após a parada que ele, com as melhores das intenções, vendo que a corrida era longa, resolveu encher os dois tanques até a boca.

    Joaquim era motorista da Kombi, fez com boa intenção, não sabia que dentre as normas que recebemos do GT 40 era pra encher o tanque tão-somente onde aparecem as marcas na foto.

    Abraços.

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  2. Sidney, você é um cronista de primeira linha.

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  3. Guilherme

    Muito obrigado.
    Eu que te agradeço por poder estar colocando a verdadeira história desse GT 40 aqui, pois apareceram muitas versões fantasiosas.

    Olha, dê uma olhadinha em seu e-mail, depois que escrevi percebi que faltou uma foto e um pedaço de reportagem que complementam o texto. Te enviei em anexo por e-mail.
    Abraços

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  4. Guilherme e Sidney
    Sou apaixonado por esse carro, pesquisando na internet achei esse blog com fotos dele. Jamais tinha visto relato tão completo e fotos incríveis como essa.Muito obrigado a vocês dois.

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  5. Uma leitura saborosa, maravilhoso, belo texto e bela história. Merece livro de memórias viu seu Sidney!?

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  6. Grande Sidney, a gente não se cansa de agradecer as suas narrativas....tudo perfeito, muito bom.

    Um abraço a vc

    Francisco

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  7. Isso está melhor que novelas do rádio, matinê de domingo e almanaques do Tintin. Falta muito para o próximo capítulo???

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  8. Mauricio Morais
    Além do livro esse GT 40 merece uma boa ilustração sua.

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